O assunto é antigo, mas ainda causa muita polemica e muitas criticas de eleitores no dia de votação: Os panfletos espalhados pelo chão. Mas como vão parar tanto panfletos na rua? Eis ai o que mais pode nos chocar ao saber, ou melhor, como no meu caso, ver em tempo real o que esteve acontecendo na madrugada das eleições. Os carros são dirigidos durante a madrugada e a cada quilometro um fato hipócrita vai acontecendo. Uma pessoa fica no banco de trás, com a janela aberta, com vários panfletos de políticos ao seu lado. De monte em monte, no meio das ruas, esses papéis sujam as ruas. Pode parecer normal, pode ser que trabalhadores irão limpar toda a bagunça. Mas ver isso é algo completamente decepcionante. Logicamente, essa ação é realizada durante a madrugada, hora em que todos dormem ou estão fazendo alguma coisa dentro de algum lugar. Apenas alguns assistem. Se isso fosse feito na tarde anterior da votação, muitas pessoas que acham isso normal, pois encontram os papéis já no chão, certamente achariam ridículo e muitos políticos sem dúvidas, perderiam seus votos. Só que o que me atormenta é, por mais que não vemos, sabemos do que acontece, e porque ainda achamos isso natural? Porque não reclamamos sobre isso? Porque temos que levar tombos durante o trajeto da escola, para votarmos se, podemos muito bem andar nas ruas mais limpas do que essas? Isso é atitude digna de quem melhoraria alguma coisa nas cidades? Não deveria existir uma forma mais limpa e consciente para se eleger? Algo com mais fundamentos.
O pior analfabeto é o analfabeto
político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do
aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro
que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil
que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o
pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e
lacaio das empresas nacionais e multinacionais.
Em 1995, o TSE formou uma comissão técnica liderada por pesquisadores do INPE e do CTA, de São José dos Campos, que definiu uma especificação de requisitos funcionais, para a primeira urna eletrônica, chamada então de coletor eletrônico de votos – CEV.
Para projetar, desenvolver e fabricar a urna eletrônica para as eleições de 1996, foi aberta uma licitação com o Edital TSE 002/1995, onde concorreram a IBM, que propôs um projeto baseado em um notebook, a Procomp, que apresentou uma espécie de quiosque de auto atendimento bancário e a Unisys, a vencedora da licitação com um design original que se tornou o padrão utilizado até hoje. A Unisys contratou a licença para comercializar ao TSE a urna eletrônica desenvolvida pela OMNITECH.
Em 1996, foi realizado o depósito do Pedido de Patente de Invenção da Urna Eletrônica no INPI, pelo engenheiro Carlos Rocha da OMNITECH e da Samurai.
Em 1997, surgiu o modelo atual da Urna Eletrônica, modelo UE 2000, um aperfeiçoamento da urna original realizado pela OMNITECH, que o Ministério da Ciência e Tecnologia reconheceu que atende à condição de bem com tecnologia desenvolvida no País, através da Portaria Nº 413, de 27 de outubro 1997.
A implantação do voto eletrônico dificulta algumas das antigas e comuns fraudes externas da votação de papel (como o "voto carneirinho", "voto formiguinha", ou votos de protesto realizados em favor de conhecidos animais como o Macaco Tião e o Rinoceronte Cacareco, etc.).
Em 1985, houve a implantação de um cadastro eleitoral informatizado pelo TSE, enquanto a urna eletrônica como se concebe hoje só foi desenvolvida em 1995, e utilizada pela primeira vez nas eleições municipais do ano seguinte. Porém foi em 1989, na cidade de Brusque, Santa Catarina, onde o juiz Carlos Prudêncio realizou a primeira experiência de votação com micro-computadores.
A urna eletrônica, inicialmente chamada de "coletor eletrônico de voto" (CEV), teve como objetivo identificar as alternativas para a automação do processo de votação e definir as medidas necessárias à sua implementação, a partir das eleições de 1996, em mais de cinqüenta municípios brasileiros.
Na ocasião somente municípios com um determinado número de eleitores teria votação eletrônica. A única exceção a esta regra era justamente Brusque, que já havia tido eleições digitais anteriormente.
Mesmo com as inúmeras propagandas espalhadas pelas ruas, a televisão ajuda a formação de opinião entre os eleitores No domingo, dia 7 de outubro, mais de 80% dos 215.151 eleitores votaram na cidade de Taubaté. No bairro da Estiva, os eleitores chegaram cedo à escola municipal Dr. Quirino para eleger o prefeito e os futuros vereadores da cidade. No total, foram 325 candidatos concorrendo a 19 vagas para o cargo de vereador e 5 candidatos à prefeitura. Apesar da dificuldade de locomoção provocada pelos milhares de panfletos espalhados pelo chão, jovens, adultos e idosos cumpriram seu papel e dever como cidadão e foram às urnas expressar suas opiniões e decisões para o futuro da cidade de Taubaté. O aposentado Claudinei Sandy de 62 anos, relata que acompanhou a disputa política pela emissora de televisão Vanguarda e formou seu voto por meio das propagandas eleitorais obrigatórias veiculadas na TV. Mesmo depois de decidir seu voto, Sandy se diz revoltado com as intrigas e ataques que os candidatos à prefeitura da cidade faziam entre si nos debates e em suas campanhas. “Tudo isso é calúnia e inveja que os candidatos mais fracos têm dos mais fortes”. O autônomo Edmundo José Braga garante que, apesar de trabalhar para seu candidato a vereador, não se sente contente com as informações que as mídias passam as pessoas nas vésperas da eleição. “Quando filiada a um candidato, a mídia tenta de qualquer jeito manipular indiretamente a população”, opinou Braga. A auxiliar de limpeza Andréia Lopes enfatiza que o melhor horário para o eleitor votar é no período matutino, pois há poucas filas e o trânsito na cidade está tranquilo. “Antes de decidir em quem votar, a internet foi a melhor opção para escolher o candidato”, destacou Andréia. A propaganda eleitoral gratuita iniciou-se dia 21 de agosto no rádio e na televisão, já na internet começaram um mês antes. De acordo com o Tribunal Eleitoral, é permitida a propaganda em bens particulares, por meio da fixação de faixas, placas, cartazes, pinturas ou inscrições, que não excedam a 4 metros e que não contrariem a legislação eleitoral. Na preferência dos eleitores, a forma mais relevante de apresentação de propostas dos candidatos foram as feitas nas emissoras de televisão, seguida pelos jornais impressos, mesmo que não sejas atualizados de hora em hora, os entrevistados disseram que confiam nas palavras que leem nos veículos impressos da região. A maior reclamação dos eleitores, mesários, seguranças e policiais dos que estavam na escola Dr. Quirino foi a sujeira que estava no portão principal da instituição. O acúmulo de panfletos fez com que o chão ficasse escorregadio e idosos passavam com dificuldade na calçada para entrar na escola. Por Letícia Domingues É aluna do 1º ano de Jornalismo da Unitau (http://www.diariotaubate.com.br/display.php?id=28445)
Temos acompanhado o “MMA” da política brasileira, é um verdadeiro “Vale-Tudo’’!
Nossos políticos completamente desacreditados pela população encaram qualquer coisa, desde um tapinha nas costas e fotos com crianças a promessas que nunca serão cumpridas, e vão além, como por exemplo, o candidato Russomano, mostrado na revista VEJA, indo em todas as igrejas , Assembleia de Deus, Avivamento Bíblico, Capela São Benedito, Igreja Evangélica do Bom Retiro, Paróquia Assunção de Nossa Senhora.
Como vemos ser político no Brasil é algo vantajoso, pois depois de todas essas aparições públicas achá-los depois que ganha as eleições, é como achar uma agulha num palheiro, ai vemos alguns deles na TV, uns sendo elogiados pelo bom serviço e outros curtindo os mensalões; Pois: Que político já foi punido por falcatrua no Brasil mesmo? Ah sim! Nenhum.
O atual prefeito de São José dos Campos em São Paulo, Eduardo Cury do PSDB, já tem um novo sucessor, o Carlinhos Almeida do PT, eleito com 50,99% dos votos válidos. O novo prefeito foi escolhido pela população de São José juntamente com os novos vereadores.
Os eleitos irão dar início aos seus trabalhos na Prefeitura e na Câmara Municipal em janeiro de 2013 e cumprirão um mandato de quatro anos.
Os votos válidos para prefeito foi de 354.591 (93,16%), os votos em branco de 10.666 (2,80%) e os nulos de 15.384 (4,04%).
Nesta eleição foram sete candidatos a prefeito e 460 a vereador.
Os três vereadores mais votados foram: Wagner Balieiro do PT com 9.420 votos (2,70%), Renata Paiva do DEM com 8.745 votos (2,51%) e Amelia Naomi do PT com 8.355 votos (2,40%). Os votos válidos são no total de 348.842 (91,65%), os brancos de 17.214 (4,52%) e os nulos de 14.585 (3,83%).
Muitas notícias sobre a política. Quem acompanha noticiários sabe muito bem do que eu estou falando, mas, muita gente não faz a menor ideia do que se trata uma notícia sobre o sistema político brasileiro.
Se você parou alguma vez para ver um telejornal, entrou em sites de noticias, leu panfletos,jornais ou revistas que abordam a política como assunto principal, garanto que você acabou se perguntando sobre alguma coisa que leu porém não compreendeu....
Por exemplo :
Uma noticia que foi publicada na pagina do G1.com em 03/10/12 e também transmitida em muitos telejornais sobre a possível compra de votos em favor de um certo partido político, onde o procurador-geral da república afirmou que seria "bom" que o julgamento do MENSALÃO tivesse reflexo nas eleições. Você entenderia ?
Ai vem a primeira pergunta ... Será que o eleitor brasileiro sabe o que é ''Mensalão'' ?
O Vídeo Abaixo mostrará uma entrevista com as pessoas nas ruas fazendo essa mesma pergunta:
Para entender melhor, a seguir , elaboramos um gráfico que mostra uma pesquisa feita com 20 pessoas, também utilizando esta pergunta:
"O que é Mensalão"
Ou seja, mais da metade das pessoas entrevistadas não sabem o que é o Mensalão.
Mas Afinal ... O que foi o mensalão ?
O Mensalão foi uma crise política sofrida pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2005/2006 , onde existia pratica de compra de votos dos deputados, por homens ligados ao governo federal, a intenção era a seguinte: o governo sempre conseguir aprovar as suas leis, emendas, e etc. Lula afirma q não sabia de nada.
Mensalão é o termo popular para definir uma grande soma de dinheiro a ser paga com regularidade...mas não de forma legal. Claro que no nosso meio político, o termo mensalão tem o significado (adotado pela mídia) de recurso financeiro extra e pago com regularidade a políticos no Senado, Câmara Federal, Assembléias Legislativas e Câmaras Municipais, para agilizar a aprovação de projetos legislativos ou servir a interesses de lobbies. Propinas pagas pelos lobbies, são lesivas e perigosas, pois levam os deputados ou senadores envolvidos a votar em projetos visando o interesse das empresas (que fazem o lobby) e não do país. . Mesmo sem receber esse nome, de "mensalão", a prática desse "bônus" remonta a décadas e acontece em todos os níveis do poder legislativo, dos municípios e estados, ao Congresso Nacional. Agora, não é possível responder porque motivo o esquema do mensalão não foi denunciado em governos anteriores. Talvez por não interessar à maioria no Congresso e por faltar alguém disposto a ser “imolado”, como no caso de Roberto Jefferson, que assumiu-se corrupto e perdeu o mandato. Também não se sabe o motivo de não existirem denúncias dos perigosos lobbies, que invadem o terreno do direito do cidadão e distorcem as leis, para beneficiar-se financeiramente delas! Existem lobbies poderosos de setores como entidades financeiras, ensino privado, saúde e outros.